16 novembro 2017

CÂNCER- O RIGOR DA LEI DE CAUSA E EFEITO

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A saúde é sempre o bom efeito de um proceder amoroso, bondoso e virtuoso. Já, invariavelmente, as causas de muitos males, sofrimentos, aflições e doenças encontram-se nas imperfeições do espírito eterno, que o levam ao mau uso do livre-arbítrio, manifestado através de vícios, imprevidência, intemperança, desrespeito à natureza, imoderação, descontrole da vontade e do proceder, além da satisfação exacerbada do egoísmo, do orgulho e da ambição.

Cientes da Lei de Causa e Efeito, que recompensa ou pune as nossas mínimas ações, cabe-nos avaliar sempre as conseqüências de cada ato.

Além disso, cabe-nos buscar a melhora moral, sentimental e intelectual, e viver no exercício do amor, da bondade e das virtudes, que nunca resultam em vicissitudes físicas, mentais e orgânicas.

Recebendo as conseqüências e os reflexos danosos das transgressões às Leis Divinas, somos incentivados a encontrar suas causas e a trabalhar para progredir e eliminar os efeitos amargos pelas melhorias íntimas e pelas mudanças nos comportamentos, preparando um futuro melhor.

Por isso, Allan Kardec nos alertou:

"Deus quer que todas as suas criaturas progridam e, portanto, não deixa impune qualquer desvio do caminho reto. Não há falta alguma, por mais leve que seja, nenhuma infração da sua lei, que não acarrete forçosas e inevitáveis conseqüências, mais ou menos deploráveis. Daí se segue que, nas pequenas coisas, como nas grandes, o homem é sempre punido por aquilo em que pecou."

Os bons espíritos, procuram nos alertar quanto ao rigor da Lei de Causa e Efeito. Eis, a seguir, algumas recomendações importantes ditadas por eles:

a) CUIDADO COM AS CAUSAS QUE GERAM DOENÇAS. As nossas doenças são efeitos que decorrem de causas inferiores tais como vícios, crimes, abusos, desvirtudes, invigilâncias e desequilíbrios. Preservando-nos contra esses males e persistindo nas sendas do Amor, da Bondade, da Justiça e da Sabedoria estaremos educando e evoluindo o nosso espírito. Assim, preservamos a saúde, o bem-estar e a felicidade.

"Seja na ingestão de alimento inadequado, por extravagâncias à mesa, seja no uso de entorpecentes, no alcoolismo mesmo brando, no aborto criminoso e nos abusos sexuais, estabelecemos em nosso prejuízo as síndromes abdominais de caráter urgente, as úlceras gastrintestinais, as afecções hepáticas, as dispepsias crônicas, as pancréatites, as desordens renais, as irritações do cólon, os desastres circulatórios, as moléstias neoplásticas, a neurastenia, o traumatismo do cérebro, as enfermidades degenerativas do sistema nervoso, além de todo um largo cortejo de sintomas outros, enquanto que na crítica inveterada, na inconformação, na inveja, no ciúme, no despeito, na desesperação e na avareza, engendramos variados tipos de crueldade silenciosa com que, viciando o próprio pensamento, atraímos o pensamento viciado das Inteligências menos felizes, encarnadas ou desencarnadas, que nos rodeiam.” 
(Emmanuel/ F.C. Xavier/ Religião dos Espíritos, Cap. Doenças Escolhidas)

b) A JUSTIÇA DIVINA ESTENDE-SE ÀS FUTURAS REENCARNAÇÕES. Os bons espíritos alertam-nos, desde Allan Kardec, que os efeitos decorrentes de nossas ações não se restringem ao plano espiritual, após a morte do corpo físico. Eles estendem-se até as próximas reencarnações. Portanto, nesta vida, devemos assimilar as realidades da vida eterna do espírito e da sua reencarnação e procurar gerar boas causas, que garantam bons e prolongados efeitos no campo pessoal.

"Julgávamos que o poder transitório entre os homens nos fosse conferido como sendo privilégio e imaginário merecimento, e usamo-lo por espada destruidora, aniquilando a alegria dos semelhantes... Contudo, renascemos nos últimos degraus da subalternidade, aprendendo quanto dói o cativeiro da humilhação. Acreditávamos que a moeda farta nos situasse a cavaleiro dos desmandos de consciência... Entretanto, voltamos à arena terrestre, em doloroso pauperismo, experimentando a miséria que infligimos aos outros. Admitíamos que as vítimas de nossos erros deliberados se distanciassem, para sempre de nós, depois da morte... 
Mas, tornamos a encontrá-las no lar, usando nomes familiares, no seio da parentela onde nos cobram, às vezes com juros de mora, as dívidas de outro tempo, em suor do rosto, no sacrifício constante, ou em sangue do coração, na forma de lágrimas. Supúnhamos que os abusos do sexo nos constituíssem a razão de viver e corrompemos o coração das almas sensíveis e nobres com as quais nos harmonizávamos, vampirizando-lhes a existência... 
No entanto, regressamos ao mundo em corpos dilacerados ou regressamos ao mundo em corpos dilacerados ou deprimidos, exibindo as estranhas enfermidades ou as gravosas obsessões que criamos para nós mesmos, a estampar na apresentação pessoal a soma deplorável de nossos desequilíbrios."
(Emmanuel/ F. C. Xavier/Justiça Divina, Cap. Culpa e Reencarnação)

c) CAUTELA ATÉ COM OS PEQUENOS DESEQUILÍBRIOS. Quaisquer causas, por insignificantes que pareçam, têm efeitos ou consequências correspondentes e inevitáveis. Portanto, devemos, para o bem de nossa saúde, avaliar bem os efeitos de cada atitude, evitando desequilíbrios físicos, emocionais e mentais que produzam efeitos maléficos.

"Os desequilíbrios da alma começam de quase nada, principalmente por atitudes e sentimentos aparentemente compreensíveis mas que, em muitas ocasiões se deslocam no rumo de ásperas consequências. Desconfiança. Dúvida. Irritação. Desânimo. Ressentimento. Impulsividade.

Invigilância. Amargura. Tristeza sem nexo. Grito de cólera. Discussão sem proveito. Conversa vã. Visita inútil. Distração sem propósito." 
(Albino Teixeira/F. C. Xavier e Waldo Vieira/ Ideal Espírita)

d) A LEI DE CAUSA E EFEITO PROMOVE A EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO. Os efeitos perversos das causas degradantes despertam o espírito: para a necessidade de se reposicionar, mudar e evoluir; para os efeitos benéficos do amor, da bondade e das virtudes; para a importância de trabalhar para reverter um estado doentio e infeliz; para construir um futuro sadio e alegre, por boas obras; para evitar as causas que geram amarguras; e para evoluir, moral e intelectualmente, enquadrando-se e respeitando a harmonia universal e as Leis Divinas que regem a Obra da Criação.

"... o homem começa a penetrar na essência da lei de causa e efeito, encontrando em si mesmo os resultados enobrecedores ou deprimentes das próprias ações. Quando dilacerado e desditoso, grita a própria aflição, ao longo dos largos continentes do Espaço Cósmico, reunindo-se a outros culpados do mesmo jaez, com os quais permuta os quadros inquietantes da imaginação em desvario, tecendo, com o plasma sutil do pensamento contínuo e atormentado, as telas infernais em que as conseqüências de suas faltas se desenvolvem, mediante as profundas e estranhas fecundações de loucura e sofrimento que antecedem as reencarnações reparadoras; contudo, é também aí que começa, sobrepairando o inferno e o purgatório do remorso e da crueldade, da rebelião e da delinquência, o sublime apostolado dos seres que se colocam em harmonia com as Leis Divinas, almas elevadas e heróicas que, em se agrupando intimamente, tocadas de compaixão pelos laços que deixaram no mundo físico, iniciam, com a inspiração das Potências Angélicas, o serviço de abnegação e renúncia, com que a glória e a divindade do amor edificam o império do Sumo Bem, no Chamado Céu, de onde vertem mais ampla luz sobre a noite dos homens."
(André Luiz/ F.C. Xavier e Waldo Vieira/Evolução em dois Mundos)
Fonte: Doença, Cura e Saúde - G. Andrade

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30 outubro 2017

CÂNCER - DOENÇA, CURA E SAÚDE

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Pode parecer estranho tratar do livre-arbítrio num contexto que envolve problemas de saúde; porém, isso se justifica pela enorme interdependência entre essas duas realidades: fazendo mau uso do livre-arbítrio, ao escolhermos as sendas dos vícios, desvirtudes, excessos, ofensas, transgressões e crimes, vamos gerar males, prejuízos, moléstias, desgraças e sofrimentos físicos, morais e mentais.

Essas incursões nos inúmeros caminhos do mal, invariavelmente, geram desequilíbrios interiores, comprometem o vigor físico, alteram as funções dos sistemas orgânicos, tornando-nos enfermos.

Por isso, os bons espíritos têm nos recomendado, desde Allan Kardec, que devemos amar a nossa alma e cuidar bem do nosso corpo, sem desatender às necessidades impostas pela Natureza e sem castigá-lo com as faltas que o nosso livre-arbítrio o induz a cometer.

Além disso, O mau uso do livre-arbítrio acarreta, após a desencarnação, punições naturais no plano espiritual, bem como comprometimentos sérios para as reencarnações futuras.

Assim, o exercício do livre-arbítrio exige elevação da personalidade, da consciência e da responsabilidade, para uma perfeita avaliação dos efeitos, além do direcionamento da liberdade e da vontade para o amor, as virtudes e o bem, para evitar danos no presente e no futuro.

Por essa dádiva divina, temos a liberdade total de pensar, de sentir, de escolher e de agir. Dessa forma, desenvolvemos, no dia-a-dia, com as próprias obras, a individualidade; as faculdades, inclinações e gostos; o nosso modo de ser, viver e conviver; o nosso mundo mental, intelectual, moral, emocional e sentimental. Conseqüentemente, criamos o nosso próprio destino pessoal, feliz ou infeliz, sadio ou doente.

Só com o uso adequado do livre-arbítrio, conseguimos moldar, para melhor, a nossa personalidade;e adquirir características, pensamentos, sentimentos e preferências nobres; e incorporar, em nosso
espírito eterno, com esforço, estudo e trabalho, amor, bondade, sabedoria, educação, ciência, moralidade, dignidade, justiça, artes, experiências, responsabilidade, bons hábitos, boas aptidões e tendências, virtudes, saúde, bem estar e felicidade.

Recebemos, com justiça, as lições e as consequências naturais, de cada pensamento, sentimento e ato. Com isso, conseguimos ampliar a consciência, a compreensão, a experiência, a prudência, a responsabilidade e a liberdade. Usando bem o livre-arbítrio, respeitamos a Lei de Causa e Efeito, que, por servir de instrumento da Justiça Divina, recompensa a dignidade e as boas obras e pune as infrações à Lei. Assim, o nosso destino está sempre em nossas obras, as quais nos fazem crescer mais ou menos rapidamente, na conquista da perfeição.

O mau uso do livre arbítrio nos leva a doenças e sofrimentos. A obtenção da cura e do alívio dos
sofrimentos das doenças exigem o arrependimento, a reparação e a reeducação que nos trazem de retorno ao caminho do amor, do bem, das virtudes e da responsabilidade.

Sabendo que nunca nos será dada a missão de praticarmos fatalmente o mal, cabe-nos, sempre, não ceder às tentações e às desvirtudes, que geram doenças. Isto mesmo quando espíritos ainda imperfeitos procuram nos incitar, pelo pensamento, à imprevidência, de conseqüências nefastas.

Conhecidos os aspectos gerais, cabe-nos atentar, sempre, para cinco pontos importantes que garantem o uso correto do livre-arbítrio, com resultados venturosos na conquista de uma vida isenta de doenças e sofrimentos e cheia de saúde e felicidade:

a) Cuidarmos do corpo físico, que nos foi confiado por Deus, com todo respeito, sem castigá- -lo com enfermidades e danos decorrentes do mau uso que podemos fazer do livre-arbítrio: excessos, abusos, desvios do amor e do bem, imprevidência, ambição, vícios, orgulho, egoísmo e criminalidade.

b) Colocarmos o livre-arbítrio sob a vigilância da consciência reta e da responsabilidade. Dessa forma podemos viver o cotidiano buscando, com a vontade firme, a conquista de maior sabedoria, entendimento, amor, bondade, ciência, moral, liberdade, artes, cultura e educação.

c) Usarmos, espontaneamente, as qualidades pessoais para beneficiar os semelhantes e edificar a felicidade alheia, cientes de que determinamos, para nós próprios, através da Lei de Causa e Efeito, que representa a Justiça Divina, recompensas e venturas, saúde e felicidade.

d) Conscientizarmo-nos de que o mau uso do livre-arbítrio tem conseqüências desastrosas, imediatas ou não. Ele compromete a nossa saúde, exigindo provações e reparações no presente e nas reencarnações futuras. Por outro lado, ele pode levar a uma possível suspensão, temporária, da nossa liberdade de ação.

e) Adquirirmos uma visão da vida eterna do espírito, que abrange inclusive as encarnações passadas e futuras. Isso nos possibilita suportar com paciência, resignação e confiança, as conseqüências de atitudes infelizes, praticadas no passado, e trabalhar para a conquista de maior evolução espiritual e de uma vida melhor repleta de saúde e felicidade.

Usemos o livre arbítrio para a reforma interior e com ela vem os merecimentos e a cura.

Fonte: Doença, Cura e Saúde
G Andrade e A Caversan
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17 outubro 2017

CÂNCER - A PRECE E A REFORMA ÍNTIMA

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No evangelho, os espíritos nos dizem:

“A forma não é nada, o pensamento é tudo.
Orai, cada um, segundo as vossas convicções
e o modo que mais vos toca; um bom
pensamento vale mais que numerosas palavras
estranhas ao coração”.

Mesmo sabendo dos benefícios e qualidades da prece, a solução de nossos problemas requer muito mais do que vontade e fé ardente.
É indispensável o esforço no sentido da melhoria íntima.

Evocar a inspiração dos bons espíritos e pensar que “eles resolvem tudo” é não assumir sua responsabilidade como parte do processo. Essa atitude tende levar à acomodação.

É necessário querer mudanças e fazê-las acontecer de forma direta, objetiva, consciente e responsável. Isto significa colocar em prática a modificação de certas atitudes, pensamentos e emoções negativas.

Revitalizar o ânimo e modificar as imagens do inconsciente que carregam tristeza, rancor, ódio, mágoa e medo é uma maneira de reorganizarmos essas emoções que nos fazem tanto mal.

Esse recondicionamento íntimo não se refere apenas ao ganho de virtudes interiores, como amar e perdoar, mas à conquista do comando consciente de nós mesmos e à descoberta dos potenciais que temos na mente, na vontade e na emoção.

Para conseguir isso, não bastam leituras e conhecimentos, é necessária a ação programada e permanente, isto é, disciplina e controle dos impulsos.

Caminhar com passos firmes assegurados na fé é imprescindível,
utilizar-se da prece durante a jornada é indispensável, mas estar atento ao lema “orai e vigiai” é prudente e de bom senso.
Ref.: O que é cura espiritual
Contato: rbrvallejo@gmail.com

16 outubro 2017

CÂNCER - SEMPRE TEM UMA SAÍDA

TODOS OS DIAS É 

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NESTE MÊS E EM TODOS OS MESES, DECLARE SEU AMOR POR VOCÊ MESMA.

MANTENHA A CALMA E LUTE, VOCÊ NÃO ESTA SOZINHA, CONTE COM  DEUS, COM JESUS, COM AS LEI DIVINAS, COM A FÉ, CONTE COM A GENTE.

ENTRE EM CONTATO: rbrvallejo@gmail.com

09 outubro 2017

CÂNCER - ORIGEM DA PALAVRA E O MEDO

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Origem da palavra câncer

Do grego karkínos, que significa “caranguejo”.
Este termo entrou na língua portuguesa através do latim cancer, explicando por que o nome da doença é o mesmo do signo (horóscopo) e da constelação de Câncer.
Essa denominação comum já ocorria entre os gregos, que também designavam o animal e o tumor com a mesma palavra: "karkínos" -, de onde proveio o nosso carcinoma.
Segundo Galeno, o legendário médico romano, o nome "câncer" foi dado à doença porque as veias intumescidas que circundam a parte afetada tinha a aparência das patas de um caranguejo.
Este termo teria sido utilizado pela primeira vez por Hipócrates – o pai da medicina – que viveu entre os anos de 460 e 377 a.C, na Grécia.
Outros atribuem o nome a uma metáfora: o local do tumor é corroído dolorosamente como se um caranguejo o devorasse.
Câncer também é um dos Signos do Zodíaco, atribuído às pessoas que nascem entre os dias 21 de Junho e 21 de Julho. Seu símbolo é um caranguejo (karkínos) e está associado à constelação de Câncer.
Carcinofobia (ou o medo de câncer) é uma fobia que aflige pessoas (ou até mesmo amigos e parentes de pessoas) que foram diagnosticadas com a doença mortal.
A incidência de carcinofobia diminuiu agora, em comparação com que um par de décadas atrás, quando o conhecimento sobre câncer e seu tratamento era bastante limitado. Dito isto, muitos homens e mulheres de todo o mundo são conhecidos por sofrer de formas extremas desta fobia ansiedade social.
Muitos de nós temem doenças mortais que são predominantes hoje. Na maioria dos casos, no entanto, tal medo é racional, e até mesmo em uma extensão normal. Mas em pessoas com o medo de câncer extremo, a condição deixa-as em um estado de pânico permanente que pode afetar a rotina. Carcinofobia também pode levar a agorafobia, em que a pessoa se recusa a deixar sua casa devido ao medo de contrair câncer.
Fonte:Psicoativo.com 
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11 setembro 2017

CÂNCER - TESTEMUNHO DE UMA CURA

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Olá! Tenho uma história para contar. Você tem tempo para ler?

Breve Biografia
Nasci no Ceará, cresci em São Paulo e, no início da adolescência, voltei a morar no Ceará.
Aqui estudei bastante, quase terminei dois cursos de língua estrangeira (francês e inglês) e ingressei na faculdade (Publicidade e Propaganda).

Eu costumava estar sempre apressada. Indo e vindo dos cursos, andando de ônibus, dormindo pouco.
Não tinha um plano exato para o futuro, já tinha pensado em seguir carreira acadêmica, ser diplomata, professora, mas meus planos nunca duravam tempo suficiente para se tornarem metas. Eu só tinha certeza de uma coisa: precisava estudar muito para ser alguém na vida.

Porém, embora eu pensasse que não podia parar, algo que estava além do meu controle me fez dar stop em tudo que eu vinha fazendo.

Câncer. Essa palavra teve seu significado transformado. Deixou de ser apenas uma manchete nos jornais ou tema de filmes, novelas e livros. Essa palavra passou a fazer parte de mim, das minhas postagens aqui no blog, das minhas conversas. 

Mas vou contar como tudo começou:

Em meados de novembro de 2008, minha barriga começou a crescer de modo acelerado, me deixando com o aspecto de uma grávida com 9 meses de gestação. Em exatos 15 dias minhas roupas já não me cabiam mais, e eu nem tinha coragem de sair de casa. As provas finais estavam se aproximando, e eu não conseguia parar um instante para estudar. Comecei a frequentar consultórios médicos em busca de respostas. Foram muitas idas e vindas, até que ficou marcada a data da cirurgia que iria retirar a "massa" de tamanho avantajado que havia se formado em minha região pélvica.

No dia 08 de dezembro, fui submetida à histerectomia total (remoção do útero e ovários). Não me abalei tanto com a ideia de ter me tornado estéril, pois a adoção é um ato de amor tão bonito (ou até mais) quanto a maternidade biológica. Após a biópsia, não restaram mais dúvidas. Eu estava com tumores malignos e precisaria de quimioterapia.

Fiz três ciclos de quimioterapia no ICC (Instituto do Câncer do Ceará), um hospital de referência na área da oncologia, em todo o norte e nordeste do país.

Infelizmente, o tratamento não funcionou. Os resquícios dos tumores que deveriam ter sido exterminados com as sessões de quimioterapia conseguiram resistir e ainda se multiplicar, atingido meu fígado, a parte interna da região umbilical e a cúpula diafragmática (próxima ao pulmão). Resultado: em julho de 2009 tive de fazer uma nova cirurgia. Dessa vez foi bem complicado, tive hemorragia, precisei tomar bolsas de sangue e, no dia posterior, fui operada mais uma vez, em regime de urgência.

Dessa vez, eu pensava que não sairia viva da sala de cirurgia. Acabei acordando no meio da operação, foi uma experiência indescritível mas, por um motivo muito especial que eu não era capaz de compreender, acabei sobrevivendo.

Em novembro de 2009 comecei um novo tratamento. Foram 4 ciclos, bem mais pesados. No entanto, os tumores não tinham reduções significativas.

Em 2010, quando as opções médicas tinham se esgotado, Deus me atendeu. Em abril daquele ano comecei a fazer um tratamento espiritual, a Dirce e o Roberto (grandes amigos de Santa Catarina) foram o instrumento utilizado por Deus para me ajudar. A grande lição aprendida nessa etapa foi que a cura está em mim.

Em maio os exames já demonstraram que os tumores tinham estacionado. Desde então não tomei mais nenhum medicamento tradicional, meu oncologista adotou a postura da observação vigilante. A cada novo exame, boas surpresas. Em setembro viajei à Santa Catarina e intensifiquei a cura espiritual (acompanhada de uma reforma íntima: modificação de atitudes e pensamentos).

Em novembro voltei à Fortaleza e fiz novas tomografias. Meu médico ficou surpreso, pois todos os tumores se calcificaram, o que significa dizer que meu organismo os absorveu e os "petrificou". Para ser mais objetiva: me curei!

Fui morar em Florianópolis com minha nova família - Dirce e Roberto. Fiquei na Ilha da Magia por um período não tão longo como eu previa, mas os planos de Deus são assim, só depois que o tempo passa é que conseguimos ter a dimensão do todo. Agora estou de volta, só que muita coisa mudou: tenho novas perspectivas, novos sonhos e uma nova maneira de enxergar a vida ao meu redor.

Antes minha luta era para viver, agora é para evoluir e semear o amor onde quer que eu esteja.

Este é mais um testemunho, temos outros e outros e outros que graças a Deus estão espalhando o amor, a paz de Deus e sua misericórdia.

Contatos: rbrvallejo@gmail.com

14 agosto 2017

CÂNCER - O PODER DE ORAR PARA CURAR

A oração de um justo é uma arma poderosa!

Insistimos em que "tudo aquilo que pedires ao Pai em oração crendo o recebereis" pois a fidelidade de Deus  foi, é e será sempre perfeita. Chamemos de oração, súplica, prese, rezar, rogativa, como for, o importante é acreditar que Ele nos escuta e atende. Façamos nossa parte.


Quando o ser humano se apercebe das infinitas possibilidades de que dispõe através da oração, conceder-lhe-á mais atenção e cuidados.

Força dinâmica, responsável pelo restabelecimento de energias, é constituída de vibrações específicas  que penetram o orante, mantendo-lhe a vinculação com as Fontes Inexauríveis de onde procedem os recursos vitais.

Procure a cura que esta dentro de você, Jesus nos diz:"queres te curar? então estas curado, vai e não voltes a pecar" e também nos fala, "Tem bom animo, eu venci o mundo, voceis também podem".

Orando, trabalhando a reforma que fará vos encontrar com Deus que esta dentro de cada um de nós e então, se tens merecimentos o milagre acontecerá.

Em razão da intensidade e do hábito a que o individuo se permita, torna-se valioso instrumento para a conquista da paz e a preservação da alegria, nele instaurando um estado de receptividade permanente das vibrações superiores que ser encontram espalhadas no Cosmos, preservando-lhe a saúde, gerando-lhe satisfação intima e proporcionando-lhe inspiração nas mais variadas situações do caminho evolutivo.

Como consequência, nenhuma louvação, rogativa e gratidão expressas através da prece fica sem resposta adequada, desde que os sentimentos acompanham-lhe o curso oracional.
Manuel P. de Miranda
Contate-nos para vos acompanhar nas orações e ajudar na Reforma Interior: rbrvallejo@gmail.com