13 outubro 2010

O QUE É DOENÇA? PARTE II



Os profissionais de saúde, em geral, ainda fazem a distinção entre as doenças psicossomáticas e outras de fatores genéticos, acidentais, ambientais ou orgânicos e, neste caso, limitam as manifestações psicossomáticas exclusivamente nas alterações com causas de origem psicológicas.

Aceitando que a mente, por não conseguir resolver ou conviver com um determinado conflito emocional, passa a produzir mecanismos de defesa com o propósito de deslocar a dificuldade e/ou "ameaça" psíquica para o corpo. Com isso, acaba drenando, na forma de doença e seus respectivos sintomas, problemas psicológicos.

Podemos citar várias doenças aceitas como psicossomáticas:
• Artrite
• Câncer e todos os tipos de doenças auto-imunes
• Manchas no corpo
• Gastrite
• Úlcera
• Asma
• Praticamente todos os transtornos de pele
• Alergias variadas
• Rinites
• Impotência sexual
• Muitas disfunções oftálmicas
• Hipertensão arterial
• Fibromialgia

O surgimento dos sintomas depende e varia de três fatores interdependentes:
1. Qualidade de vida, incluindo hábitos alimentares, atividades físicas, sedentarismo, etc. 2. Herança genética, que pode deixar os indivíduos mais predispostos para desenvolverem alguns tipos de doenças. 3. Fatores psicoafetivos de acordo com o manejo das emoções, dos traumas e dos sentimentos de abandono, rejeição, inclusão, culpa, etc.

A medicina tradicional reduz a doença a questões de ordem genética, da qualidade de vida, e agentes patológicos diversos (vírus, fungos, bactérias), descartando a possibilidade de haver uma causa além da matéria densa, para os males de quaisquer espécies.

Na medicina psicossomática admite-se, além das causas defendidas e aceitas pela medicina tradicional, que a mente pode produzir determinadas doenças, pela persistência de estados emocionais conflituosos.

O Espiritismo leciona que o desequilíbrio entre os diversos corpos do homem, quer sejam oriundos de comportamentos inadequados desta vida atual, presente, ou de vidas passadas, poderá provocar doenças dos mais diversos tipos, sejam elas “físicas”, “emocionais” ou “mentais”.

A maioria das moléstias procede da alma, das profundezas do ser.  Em tese, todas as manifestações mórbidas se reduzem a desequilíbrio, desequilíbrio esse cuja causa repousa no mundo mental

"Nossas assertivas não excluem, decerto, a necessidade da assepsia e da higiene, da medicação e do cuidado preciso, no tratamento dos enfermos de qualquer procedência. Desejamos simplesmente acentuar que a alma ressurge no equipamento físico transportando consigo as próprias falhas a se lhe refletirem na veste carnal, como zonas favoráveis à eclosão de determinadas moléstias, oferecendo campo propício ao desenvolvimento de vírus, bacilos e bactérias inúmeros, capazes de conduzi-la aos mais graves padecimentos, de acordo com os débitos que haja contraído, mas também carrega consigo as faculdades de criar no próprio cosmo orgânico todas as espécies de anticorpos, imunizando-se contra as exigências da carne, faculdades essas que pode ampliar consideravelmente pela oração, pelas disciplinas retificadoras a que se afeiçoe,  pela resistência mental  ou pelo serviço ao próximo com que atrai preciosos recursos em seu favor. 
Não podemos esquecer que o bem é o verdadeiro antídoto do mal". [André Luiz]

Para tratar a doença tem que saber quem é você, o que fez e faz, suas intenções, seus objetivos, e como está sua relação com as leis Divinas. 


A primeira pergunta a se fazer é: 
“COMO ESTÁ MEU RELACIONAMENTO COM DEUS?”



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