04 dezembro 2011

CANCER - FÉ E COMPREENSÃO


O que é o câncer?

Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.

Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.
 
Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Por exemplo, existem diversos tipos de câncer de pele porque a pele é formada de mais de um tipo de célula. Se o câncer tem início em tecidos epiteliais como pele ou mucosas ele é denominado carcinoma. Se começa em tecidos conjuntivos como osso, músculo ou cartilagem é chamado de sarcoma.

Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases)
Fonte: Instituto Nacional de Câncer - INCA

1 - CÂNCER: FÉ E COMPREENSÃO:
A influência da mente e das emoções no desenvolvimento do câncer. A reforma interior no combate a doença.
Aliar os avanços da ciência aos tratamentos espirituais no diagnóstico e cura de doenças como o câncer é o novo conceito que está crescendo e ganhando cada vez mais espaço entre médicos do Brasil e de outros países do mundo. O câncer e seu novo paradigma foi um dos temas abordados no Congresso Nacional da Associação Médico- Espírita do Brasil e no Encontro Internacional de Médicos Espíritas, realizado entre os dias 18 e 21 de junho no Centro de Convenções do Anhembi.

Kátia Marabuco e os argentinos Sabino Luna e Daniel Gómez falaram a respeito da postura do médico espírita diante de seus pacientes e familiares, assim como os tumores podem ser formados no perispírito, antes mesmo da reencarnação, ou ainda, provocados pelos hábitos, emoções e pensamentos negativos.

De acordo com os pareceres de médicos e pesquisadores que aliaram o tratamento físico ao espiritual em seus pacientes oncológicos, o resultado tem sido bastante satisfatório, mesmo em casos avançados da doença. Além disso, acreditam que o médico deve mais do que receitar remédios; deve enxergar seus pacientes como criaturas que necessitam de amparo e esclarecimento além da matéria. A seguir, o parecer de cada um dos médicos em relação ao câncer e o apoio aos pacientes.
2 - O Câncer e o Novo Paradigma
Osvaldo Hely Moreira Exposição médica sobre o câncer

"Podemos iniciar afirmando que o câncer não é mais esse pavor que é transmitido às pessoas, não há mais motivo para isso. Atualmente, o câncer é curável em 50% dos casos, mas falta preveni-lo e curá-lo em maior proporção. O câncer é caracterizado pelo crescimento sem limites e desordenado de células aberrantes, com função anormal, que invadem e destroem os tecidos normais. Leva ao óbito pela invasão destrutiva de órgãos normais, por extensão ou pôr disseminação a distância (metástase), através do sangue ou linfa. 

Essas células, em divisão rápida, consomem muita energia em relação ao restante do corpo físico. E por que essas células podem produzir substâncias que são lesivas ao corpo, formando metástases, em alguns casos, gerando outros focos em diferentes regiões do corpo? O câncer é uma doença genética. A princípio, poderíamos afirmar que já nascemos com alguma alteração no DNA, propiciando a ocorrência do tumor.

O DNA possui sua função, mas se houver uma modificação em um de seus genes, está mutação começa a produzir proteínas diferentes embora o câncer não seja provocado por uma mutação apenas. Nós podemos, então, nascer pré-disposto ao câncer cármico, mas não desenvolvê-lo.

São necessárias diversas refutações em sequência, da célula, para que gerem lesões estruturais suficientes para causarem uma desregularização no mecanismo de crescimento multiplicativo. A ação dos agentes cancerígenos provocam mutações, tornando as células geneticamente "preparadas" (predispostas), mas ainda não cancerígenas. Para que essas células se transformem em cancerígenas, é preciso que ocorram mais mutações, e para tanto, é preciso nos expormos a fatores mutagênicos.

As transformações genéticas mínimas acontecem frequentemente, mas são corrigidas pelos mecanismos de reparo do próprio DNA, para que não venhamos a desenvolver câncer em uma frequência maior. Esses mecanismos de conçeção estão ligados diretamente à ação mental (pensamento).

Além disso há os fatores comprometedores (desencadeantes) tais como: tabaco, álcool, agentes infecciosos como o vírus da Hepatite, HIV, HPV etc, susceptibilidade genética (o indivíduo nasce com células pre­dispostas ao desenvolvimento, porém isso só ocorre se houver uma soma de fatores mutagênicos); influências das emoções, de fatores ambientais e idade.

A afirmativa do ponto de vista médico apenas diz que as emoções não provocam câncer mas o conhecimento espírita nos ensina que a questão básica de tudo é a mente. O pensamento equilibrado é que vai equilibrar, a princípio, os mecanismos imunológicos. Já o remorso e a culpa, ao contrario, geram disfunção celular. Quando erramos, a culpa se instala no corpo mental. Portanto, o câncer pede ser o carma do prejuízo ao próximo ou da auto mutilação. Entendendo melhor: o erro constatado pelo corpo mental é transferido para o corpo astral (perispírito, semelhante ao corpo físico e controlado pelo pensamento), portanto a mutação inicial ocorre no corpo astral e se transfere para o núcleo da célula física.
3 - Entendendo a instalação do câncer

O tumor se instala na região usada para o erro, ou que lembre as pessoas ou situações envolvidas. André Luiz nos lembra que os fatores mentais atuam no DNA, como a imprudência e ócio, mas além disso há outros desecandeantes, como o suicídio, o homicídio e a viciação em substâncias químicas. Essas, são situações que levam o indivíduo a um desequilíbrio vibratório tão grande do perispírito, que não consegue formar um corpo físico adequado.

Concluímos desta forma que, a mutação inicial se deve aos pensamentos e atitudes incorretas. Mas muitos tumores surgem aqui e agora devido a certas opções de vida, tais como o fumo, o álcool, descontroles emocionais, desequilíbrios infecciosos, entre outros. A imprudência é um fator oncoacelerador.

Com relação aos vírus e bactérias (agentes infecciosos), há um dado interessante. Nem todos provocam câncer, mas em alguns casos sim. Tanto o vírus quanto a bactéria são seres que estão em crescimento evolutivo em formas inferiores, e possuem sua irradiação própria. As infecções seguem o mecanismo de sintonia. São os desequilíbrios da mente que geram determinado padrão vibratório no indivíduo com pré-disposição. Se neste caso reencarna e não recebe a correção adequada, mantendo um padrão vibratório baixo, entra em sintonia com os vírus.
4 - O PENSAMENTO AGINDO
Se o pensamento é responsável pela mutação no corpo astral, é fundamental que transformemos esse padrão vibratório, transmutando-o em positivo. A emoção também é uma outra questão importante, porque não é possível o pensamento chegar ao corpo físico sem passar pelo corpo astral, que é o campo das emoções. Qualquer pensamento nosso vai ter uma carga de emoção. E quando a emoção é capaz de lesar o corpo? Quando sentimos uma mágoa ou um ódio por um tempo prolongado, isso tem um efeito semelhante ao do pensamento. Além disso, as emoções negativas promovem alterações também nos mecanismos de defesa do organismo.

Portanto, emoção e pensamento são fatores ontogênicos; daí a importância de se vigiar o mundo interior: "Orai e vigiai". Do ponto de vista médico, podemos dizer que é fundamental no tratamento do paciente oncológico como método coadjuvante, a participação de uma equipe de saúde mental. Assim, atingimos um dos fatores causais do corpo físico, porque está provado pela ciência que o sistema nervoso e imunológico se interligam em vários níveis.

André Luiz nos diz ainda que é a mente que rege a formação de anticorpos no sangue. Cada célula do sangue corresponde a outra célula do corpo astral. O nosso corpo físico funciona na dependência das ordens que recebe do corpo astral, que por sua vez é controlado pelo estado emocional do indivíduo. Podemos dizer então, que parte das ocorrências de câncer não são carmáticas, se instalam na atual existência por opção do ser devido a esses fatores citados.

5 - Etiologia do câncer-obsessâo

Com relação a etiologia do câncer, podemos acrescentar a obsessão, porque o câncer é o carma do prejuízo ao semelhante. Levamos essa memória em nossa estrutura genética. Os mecanismos utilizados pelo obsessor:
1 - Quando o obsessor é um espírito intelectualizado, consegue projetar matéria mental dentro do hipotálamo do encarnado (onde se encontram os neurônios) e alterar o campo das emoções, do sistema nervoso e do sistema imunológico, diminuindo a resistência do paciente.

2- A mente obsessora e o seu perispírito passam a comandar o campo celular do encarnado. Influenciando as células sanguíneas, a formação de anticorpos e o mecanismo imunológico, acaba provocando o desequilíbrio físio-psicossomático do encarnado, causando infecções e tumores. Neste caso, ocorre uma ordem mental do desencarnado comandando um corpo físico que não é seu, alterando os mecanismos de defesa do organismo.

3- Obsessão intra-uterina: é um fator grave que pode levar ao aborto, a má formação do feto ou desencadear um câncer na infância. Portanto, é necessário propor terapia desobsessiva a pacientes com câncer, passe magnético, água fluidificada, exercício de reforma íntima, evangelho no lar e apoio da família. Esses são recursos que ajudam a controlar o processo obsessivo e a corrigir pensamentos incorretos, fator desencadeante da doença.

4- A doença também pode vir como forma de auxílio ao reencarnante, para que não venha a errar mais em determinado campo de erro anterior. A doença é usada muitas vezes pela espiritualidade para limitar as atividades do indivíduo, fazendo com que aos poucos possa se desligar do lado material e se conectar com o espiritual.
6 - O diagnóstico médico-espírita

Avaliar o componente orgânico, prescrever recursos que prolonguem a vida do paciente, avaliar o psiquismo do paciente, entender a situação mental e emocional do indivíduo; estudar no indivíduo a presença ou não de obsessão e tratar isso; avaliar as disfunções energéticas (o desequilíbrio das energias do corpo físico com as do corpo astral)

Conclusão: Saúde é a conexão real da criatura com o Criador. Um homem sábio de nossa associação disse: "A saúde é o objetivo maior do ser humano, a se confundir com a felicidade. Existem estágios ou etapas de saúde, que condizem com o processo evolutivo de cada um, o que não nos impede da certeza de que ainda somos enfermos ou ignorantes. A doença não é a perda da compreensão da verdade, é a rebeldia de não vivê-la ou de querer ignorá-la".

7 - O médico-espírita diante do paciente (Kátia Marabuco)

Fatores aliados do médico espírita no tratamento do câncer: conhecimentos científicos; conhecimentos doutrinários, intuição e mediunidade. "Como disse o dr. Bezerra de Menezes: "Sempre ao médico espírita servir, para merecer servir mais" Nós, médicos espíritas, não trabalhamos sozinhos, somos pequenina parcela neste trabalho infinito do Pai e o nosso grande merecedor é o próximo.

A doutrina dos espíritos é o educandário superior de almas na Terra. Associada a isso, temos a intuição, ou seja, a mediunidade intuitiva. O plano espiritual propicia cada vez mais o surgimento de um novo homem. O ser humano deve aprimorar seus recursos mediúnicos, para deixar que à espiritualidade maior possa jorrar sua luz com o propósito de que possamos beneficiar nossos pacientes. A intuição se desenvolve à medida que nós nos evangelizamos.

O médico-espírita deve olhar em um sentido profundo o paciente que o procura e necessita de tratamento, estendendo sua mão amiga. Muitas vezes, a doença é avassaladora, porque faz parte do resgate cármico na vida de algumas pessoas e é tarefa do médico espírita fazer com que o paciente aprenda o caminho da prece e volte ao convívio familiar e social, porque geralmente se sente sozinho e incapaz de direcionar sua própria vida.

Não podemos esquecer de que cada indivíduo possui sua crença, nós devemos estar atentos para introduzir os conhecimentos de uma vida espiritual e futura, passando o ensinamento de que a vida continua e que ele precisa trabalhar esse novo corpo, com mudanças de padrões vibratórios. Essa é a grande tarefa do médico-espírita, resgatar, trazer de volta "O filho pródigo aos braços do Pai". Não basta o médico prescrever a cirurgia, o tratamento, os remédios e todo arsenal que a medicina dispõe hoje, é preciso passar o valor da prece como o remédio da alma, ascender a luz da espiritualidade, preparar os familiares para serem os enfermeiros de Jesus".
Fonte: A.M.E. (Associação Medica Espirita)

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