14 agosto 2017

CÂNCER - O PODER DE ORAR PARA CURAR

A oração de um justo é uma arma poderosa!

Insistimos em que "tudo aquilo que pedires ao Pai em oração crendo o recebereis" pois a fidelidade de Deus  foi, é e será sempre perfeita. Chamemos de oração, súplica, prese, rezar, rogativa, como for, o importante é acreditar que Ele nos escuta e atende. Façamos nossa parte.


Quando o ser humano se apercebe das infinitas possibilidades de que dispõe através da oração, conceder-lhe-á mais atenção e cuidados.

Força dinâmica, responsável pelo restabelecimento de energias, é constituída de vibrações específicas  que penetram o orante, mantendo-lhe a vinculação com as Fontes Inexauríveis de onde procedem os recursos vitais.

Procure a cura que esta dentro de você, Jesus nos diz:"queres te curar? então estas curado, vai e não voltes a pecar" e também nos fala, "Tem bom animo, eu venci o mundo, voceis também podem".

Orando, trabalhando a reforma que fará vos encontrar com Deus que esta dentro de cada um de nós e então, se tens merecimentos o milagre acontecerá.

Em razão da intensidade e do hábito a que o individuo se permita, torna-se valioso instrumento para a conquista da paz e a preservação da alegria, nele instaurando um estado de receptividade permanente das vibrações superiores que ser encontram espalhadas no Cosmos, preservando-lhe a saúde, gerando-lhe satisfação intima e proporcionando-lhe inspiração nas mais variadas situações do caminho evolutivo.

Como consequência, nenhuma louvação, rogativa e gratidão expressas através da prece fica sem resposta adequada, desde que os sentimentos acompanham-lhe o curso oracional.
Manuel P. de Miranda
Contate-nos para vos acompanhar nas orações e ajudar na Reforma Interior: rbrvallejo@gmail.com

13 agosto 2017

CÂNCER - CORPO E ESPÍRITO DOENTES

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Doenças Cármicas 
São as congênitas e as hereditárias, resultantes dos desequilíbrios que tivemos em vidas passadas.
As doenças espirituais são aquelas provenientes de nossas vibrações. O acúmulo de energias nocivas em nosso perispírito gera a auto-intoxicação fluídica. Quando estas energias descem para o organismo físico, criam um campo energético propício para a instalação de doenças que afetam todos os órgãos vitais, como coração, fígado, pulmões, estômago etc, arrastando um corolário de sofrimentos.
As energias nocivas que provocam as doenças espirituais podem ser oriundas de reencarnações anteriores, que se mantém no perispírito enfermo enquanto não são drenadas. Em cada reencarnação, já ao nascer ou até mesmo na vida intra-uterina, podemos trazer os efeitos das energias nocivas presentes em nosso perispírito, que se agravam à medida que acumulamos mais energia negativa na reencarnação atual. Enquanto persistirem as energias nocivas no perispírito, a cura não se completará.
Doenças Adquiridas 
São aquelas que chegam por meio de uma sintonia com fluidos negativos. O que uma criatura colérica vibrando sempre maldades e pestilências pode atrair senão as mesmas coisas? Essa atração gera uma simbiose energética que, pela via fluídica, causa a percepção da doença que está afetando o organismo do espírito que está imantado energeticamente na pessoa, provocando a sensação de que a doença está nela, pois passa a sentir todos os sintomas que o espírito sente. Aí, a pessoa vai ao médico e este nada encontra.
Predisposições (físicas ou espirituais) Para as Doenças 
Provenientes de um ou vários desequilíbrios das vidas passadas e/ou de tendências genéticas que, ante uma fragilidade na presente existência, se manifestam sob a forma de doença (a predisposição é cármica, mas a doença é adquirida).
O surgimento das doenças
A cada pensamento, emoção, sensação ou sentimento negativo, o perispírito imediatamente adquire uma forma mais densa e sua cor fica mais escura, por causa da absorção de energias nocivas. Durante os momentos de indisciplina, o homem mobiliza e atrai fluidos primários e grosseiros, os quais se convertem em um resíduo denso e tóxico.
Devido à densidade, estas energias nocivas não conseguem descer de imediato ao corpo físico e vão se acumulando no perispírito. Com o passar do tempo, as cargas energéticas nocivas que não forem dissolvidas ou não descerem ao corpo físico formam manchas e placas que aderem à superfície do perispírito, comprometendo seu funcionamento e se agravando quando a carga deletéria acumulada é aumentada com desatinos da existência atual.
Em seus tratados didáticos, a medicina explica que, no organismo do homem, desde seu nascimento físico, existem micróbios, bacilos, vírus e bactérias capazes de produzirem várias doenças humanas. Graças à quantidade ínfima de cada tipo de vida microscópica existente, eles não causam incômodos, doenças ou afecções mórbidas, pois ficam impedidos de terem uma proliferação além da “cota -mínima” que o corpo humano pode suportar sem adoecer. No entanto, quando esses germes ultrapassam o limite de segurança biológica fixado pela sabedoria da natureza, motivados pela presença de energias nocivas no corpo físico, eles se proliferam e destroem os tecidos de seu próprio “hospedeiro”.
Partindo das estruturas energéticas do perispírito na direção do corpo, em ondas sucessivas, essas radiações nocivas criam áreas específicas nas quais podem se instalar ou se desenvolver as vidas microscópicas encarregadas de produzir os fenômenos compatíveis com os quadros das necessidades morais para o indivíduo. Elas se alimentam destas energias nocivas que chegam ao físico, conseguindo se multiplicar mais rapidamente e, em conseqüência, causando as doenças.
A recuperação do espírito enfermo só poderá ser conseguida mediante a eliminação da carga tóxica que está impregnada em seu perispírito. Embora o pecador já arrependido esteja disposto a uma reação construtiva no sentido de se purificar, ele não pode se subtrair dos imperativos da Lei de Causa e Efeito. Para cada atitude corresponde um efeito de idêntica expressão, impondo uma retificação de aprimoramento na mesma proporção, ou seja, a pessoa tem que dispender um esforço para repor as energias positivas da mesma maneira que dispende esforços para produzir as energias negativas que se acumulam em seu perispírito.
O Espírito André Luíz explica que: “Os factores que programam as condições do renascimento no corpo físico, são o resultado dos atos e pensamentos das existências anteriores”. Por aqui constatamos que no que se refere às doenças cármicas e às predisposições para as mesmas, somos herdeiros de nós próprios.
Há dois comportamentos que marcam negativamente o perispírito e que provocam as doenças cármicas: um deles, é a consciência culpada, tanto pelo mal que fizemos – a nós e/ou aos outros –, como pelo bem que deixamos de fazer (quando está nas nossas mãos realizar o bem e por egoísmo ou comodismo, optamos por não o fazer); o outro, é o desejo de continuar doente. Há pessoas que querem ficar ou continuar doentes, como uma maneira de substituírem a carência afectiva que sentem. Esta atitude vai marcar fortemente o perispírito, fazendo com que essa marca passe para outras vidas, onde o atual desprezo pela saúde, será resgatado pelo desejo de a poder recuperar.
O leitor(a) pode pensar: “– Mas não há nada que se possa fazer para suavizar as doenças cármicas?” E a resposta é um rotundo sim!
Vejamos quais são então os meios de que dispomos para isso:
a) aceitar a doença com uma resignação ativa, ou seja, fazendo um esforço constante para superar ou amenizar as limitações desta, quer sejam físicas ou psíquicas;
b) nunca nos revoltarmos;
c) trabalhar a favor do próximo – o Mestre Jesus assegurou-nos há mais de dois mil anos que “o amor cobre a multidão de pecados” e assim, compreendemos que fazer o bem incondicionalmente é uma excelente maneira de suavizarmos as nossas dívidas do passado e de amenizarmos as marcas no nosso perispírito.
O que fazer, como curar-nos?
Procurar assistência médica para o tratamento da terra e ajuda para a Reforma Interior.
A reforma Interior é fundamental para a cura física e espiritual, mental. Porque é o meio de nos libertarmos das imperfeições e de fazermos objetivamente o trabalho de burilamento dentro de nós, conduzindo-nos compativelmente com as aspirações que nos levam ao aprimoramento do nosso espírito.
Adenauer Novaes, no Psicologia do Evangelho diz-nos que “querer ficar curado é não atribuir aos outros a responsabilidade pelo processo da cura… O meu salvador sou eu”. Se nós imprimimos a nossa doença de dentro para fora, é lógico que devemos curá-la da mesma maneira – de dentro para fora. Só conhecendo as nossas tendências boas e más, seremos capazes de nos curar. Mas para isso precisamos de fazer uma ação terapêutica em 3 passos, na qual devemos, em primeiro lugar, identificar as causas do sofrimento; a seguir, tentarmos compreender a razão desse sofrimento e assumirmos a atitude correta; e finalmente, libertarmo-nos dos sentimentos negativos que temos dentro de nós, como a mágoa, o rancor ou o ódio – libertação esta que só é possível mediante o perdão.
Hoje em dia, a ciência médica já chegou à conclusão de que é o estado psicológico da pessoa, isto é, o seu Espírito, que influencia o estado de saúde ou de doença; já se sabe que, por exemplo, o perdoar-se alguém, não só é necessário devido às concepções morais ou religiosas, mas também é um imperativo, como meio de se curarem várias doenças crônicas.
Tudo aquilo que expusemos só dará resultado se a doença nos tiver motivado para fazermos a nossa reforma íntima do bem!
Adenauer Novaes esclarece que “curar-se, é alcançar uns níveis maiores na capacidade de nos amarmos a nós próprios, ao próximo, e à vida”; e Roberto Brólio afirma que “a profilaxia das doenças da alma decorre do conhecimento que cada qual deve ter das leis da vida, que são totalmente voltadas para o bem”.
Jesus nos diz: "Queres te curar? então estas curado, vai e não voltes a errar para que não volte de novo e de forma pior"                                  Fonte: Aprendizado Espírita
A CURA ESTA DENTRO DE NOS
Estamos a seu dispor, na oração e na ajuda de sua Reforma.: rbrvallejo@gmail.com

12 agosto 2017

CÂNCER - A QUEM DEVEMOS PROCURAR

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Está sendo procurado. Homem considerado galileu. Trinta e três anos.

Pele clara e expressão triste. Cabelos longos e barba maltratada.


Marcas sanguinolentas nas mãos e nos pés.

Caminha habitualmente acompanhado de mendigos e vagabundos, doentes e mutilados, cegos e infelizes.

Onde aparece, frequentemente, é visto entre grande séquito de mulheres, sendo algumas de má vida, com crianças esfarrapadas.

Quase sempre está seguido por doze pescadores e marginais.

Demonstra respeito para com as autoridades, determinando se dê a César o que é de César, mas espalha ensinamentos contrários à Lei antiga, como sejam:

- o perdão das ofensas;

- o amor aos inimigos;

- a oração em favor daqueles que nos perseguem ou caluniam;

- a distribuição indiscriminada de dádivas com os necessitados;

- o amparo aos enfermos, sejam eles quais forem;

- e chega ao cúmulo de recomendar que uma pessoa espancada numa face ofereça a outra ao agressor.

Ainda não se sabe se é um mágico, mas testemunhas idôneas afirmam que ele multiplicou cinco pães e dois peixes em alimentação para mais de cinco mil pessoas, tendo sobrado doze cestos.

Considerado impostor por haver trazido pessoas mortas à vida, foi preso e espancado.

Sentenciado à morte, com absoluta aprovação do próprio povo, que o condenou, em preferência à Barrabás, malfeitor conhecido, recebeu insultos e pedradas, sem reclamar, quando conduzia a cruz às costas.

Não se defendeu, quando questionado pela Justiça, complicando-se-lhe a situação, porque seus próprios seguidores o abandonaram nas horas difíceis.

Sob afrontas e zombarias, foi crucificado entre dois ladrões.

Não teve parentes que lhe demonstrassem solidariedade, a não ser sua Mãe, uma frágil mulher que chorava aos pés da cruz.

Depois de morto, não se encontrou lugar para sepultá-lo, senão lodoso recanto de um túmulo por favor de um amigo.

Após o terceiro dia do sepultamento, desapareceu do sepulcro e já foi visto por diversas pessoas que o identificaram pelas chagas sangrentas dos pés e das mãos.

Esse é o homem que está sendo cuidadosamente procurado.

Seu nome é Jesus de Nazaré. Se puderes encontrá-lo, deves segui-lo para sempre.
(Fonte: Coração e Vida. Psicografia Francisco Cândido Xavier.)
Contatos: rbrvallejo@gmail.com

05 agosto 2017

CÂNCER - PODEMOS CURAR

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"QUANTAS ENFERMIDADES POMPOSAMENTE BATIZADAS PELA CIÊNCIA MÉDICA NÃO PASSAM DE ESTADOS VIBRACIONAIS DA MENTE EM DESEQUILÍBRIO? "


"Quantas enfermidades pomposamente batizadas pela ciência médica não passam de estados vibracionais da mente em desequilíbrio?" (Emmanuel).

No trato com as nossas doenças, além dos cuidados médicos indispensáveis à nossa cura, não nos esqueçamos também de que, quase sempre, a origem de toda enfermidade principia nos recessos do espírito.
A doença, quando se manifesta no corpo físico, já está em sua fase conclusiva, em seu ciclo derradeiro.
Ela teve início há muito tempo, provavelmente, naqueles períodos em que nos descontrolamos emocionalmente, contagiados que fomos por diversos vírus potentes e conhecidos como raiva, medo, tristeza, inveja, mágoa, ódio e culpa.
Como a doença vem de dentro para fora, isto é, do espírito para a matéria, o encontro da cura também dependerá da renovação interior do enfermo.
Não basta uma simples pintura quando a parede apresenta trincas.
Renovar-se é o processo de consertar nossas rachaduras internas, é escolher novas respostas para velhas questões até hoje não resolvidas.
O momento da doença é o momento do enfrentamento de nós próprios, é o momento de tirarmos o lixo que jogamos debaixo do tapete, é o ensejo de encararmos nossas paredes rachadas.
O Evangelho nos propõe tapar as trincas com a argamassa do amor e do perdão.
Nada de martírios e culpas pelo tempo em que deixamos a casa descuidada. O momento pede responsabilidade de não mais se viver de forma tão desequilibrada.
Quem ama e perdoa vive em paz, vive sem conflitos, vive sem culpa.
Quando atingimos esse patamar de harmonia interior, nossa mente vibra nas melhores frequências do equilíbrio e da felicidade, fazendo com que a saúde do espírito se derrame por todo o corpo.
Vamos começar agora mesmo o nosso tratamento?

Do livro "Vinha de Luz", psicografia de Francisco Cândido Xavier

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